Daniel Vilela recebeu doações de quatro empresários, Marconi de um, e Luis Cesar doou a si próprio
Três dos seis candidatos ao governo de Goiás receberam doações de recursos particulares para as respectivas campanhas, em valores que somam R$ 257 mil. Os dados foram extraídos nesta segunda-feira (21) do sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a partir das prestações de contas parciais dos postulantes ao Palácio das Esmeraldas.
Daniel Vilela (MDB), que é candidato à reeleição, responde pela grande maioria dos recursos privados recebidos. O emedebista angariou R$ 245 mil em aportes de quatro doadores. O mais generoso deles é Cesar Helou, proprietário da Piracanjuba, que repassou R$ 200 mil à campanha – com duas doações de R$ 100 mil.
O governador também recebeu aportes de Danilo Resende Ferreira, da FCA Agro, no valor de R$ 25 mil; e dos sócios Fábio Porto Rodrigues da Cunha, de R$ 17 mil, e Fernando Porto Rodrigues da Cunha, de R$ 3 mil.
Marconi Perillo (PSDB), por sua vez, recebeu doação de R$ 10 mil do um consultor de empresas, professor e ex-presidente da antiga Agência Goiana de Transportes de Obras (Agetop) – hoje Goinfra – Hélio Umeno Júnior.
Já Luis Cesar Bueno (PT) doou para si próprio. O candidato fez um autofinanciamento de R$ 2 mil na campanha, na única entrada de recursos particulares registrada pelo petista na declaração parcial de receitas.
Por outro lado, Wilder Morais (PL) – que tem a maior receita da eleição para o governo em Goiás – recebeu apenas recursos de fundos eleitoral e partidário. São mais de R$ 11 milhões em verba pública na campanha do senador. Luciana Amorim (UP) recebeu R$ 13,5 mil em fundo eleitoral; e Danilo Pinheiro (PCO) não registrou receitas até aqui.


